Diversos órgãos de imprensa de Goiás noticiaram nesta quinta-feira,21, que Tribunal de Compras dos Municípios (TCM) impediu o prefeito de Iporá de comprar máscaras que seriam utilizadas por profissionais de saúde nesse período de pandemia. Segundo as notícias que circularam, a compra seria feita sem licitação, a gestão até pode fazer isso, estaria amparada pelo estado de emergência.

O problema é que o TCM detectou indício de superfaturamento, o município estaria propondo pagar um valor superior aos preços de mercado. Assim, suspeitando da existência de sobrepreço o conselheiro Valcenôr Braz tomou a decisão de barrar a compra. O Poder Executivo iria adquirir de 6 mil unidades do modelo N 95 da empresa Empresa E&L Distribuidora de produtos farmacêuticos ao preço de R$ 22,50 cada, sendo que o valor real seria de R$15,00. No final das contas o prejuízo seria de R$45 mil.

RESPOSTA
O prefeito Naçoitan Leite (PSDB) diz estranhar essa notícia sair na imprensa da forma como ocorreu, argumenta que nada havia sido concretizado e que tinha feito uma consulta ao TCM, expondo o contrato com os valores propostos, e que esperava uma resposta se sim ou não para concretizar a negociação com a empresa. “mandamos o contrato pro TCM analisar e autorizar a prefeitura a comprar ou sim ou não, com aqueles preços porque não acha aquela máscara profissional mais barata que isso em lugar nenhum, ao invés do TCM oficializar a prefeitura ou que sim ou que não, já sai uma matéria no jornal Opção denegrindo a imagem do prefeito falando que o prefeito deu prejuízo para a prefeitura”
Segundo ainda o prefeito, a assessoria jurídica está analisando o caso para as medidas cabíveis.

Reportagem: Pedro Claudio – DRT/GO 1538 – Rádio Rio Claro

>