Ministério Público e Polícia Civil em Iporá se unem para ações em conjunto atacando a vulnerabilidade social.
A iniciativa é do já veterano na cidade, promotor de Justiça Sérgio de Sousa que atua aqui na da 2ª Promotoria, e conforme publicado, pretende-se fazer uso de acordos de não persecução penal (ANPPs) para disponibilizar parte dos recursos às ações.

Polícia Civil e Ministério Público se comprometem a agirem em conjunto no combate ao crime com ações sociais, e assim, acreditam os envolvidos, estarão trabalhando no combate a fome.

Frutos desses esforços já aparecem com a aquisição de produtos, formação de cestas básicas e a distribuição aos necessitados.
O promotor Sérgio disse que com a pandemia, a situação financeira tem se agravado, e assim vê a necessidade de colaborar com a sociedade.
Outro promotor de justiça em Iporá, Luís Gustavo Soares Alves, 3ª Promotoria, sugeriu recorrer à polícia civil, importante aliada nesse processo, com ela será melhor viabilizada as condições para executar o projeto.

Os delegados recém chegados a Iporá, Igor Dalmy Moreira, Eric Alves de Meneses e Bruno de Paula Ferreira aderiram a proposta e já estão a disposição para as ações.

Como será? Os cidadãos investigados irão financiar às doações de cestas básicas, são aqueles que fazem acordos de não persecução penal, e essas cestas serão encaminhadas às delegacias, que providenciarão o destino adequado, após um cadastro das famílias carentes
O poder judiciário também participa da ação, cabe ao juiz os ANPPs, e resultados positivos já são apresentados, dois acordos já firmados, um deles prevê a doação de três cestas básicas no valor de R$ 100,00 por 5 meses, enquanto o outro envolve a entrega de duas cestas básicas neste mesmo valor ao longo de 12 meses.

Na reunião de lançamento do projeto na terça-feira 06/07, o promotor Luís Gustavo ressaltou a importância da polícia civil, os delegados abraçaram a proposta e assim as ações serão possíveis.